A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) prepara uma reação para os últimos dias do segundo turno das Eleições 2026, diante de mudanças no cenário eleitoral e de impasses no Congresso Nacional. A aprovação da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e o adiamento da votação da PEC da Segurança Pública levaram aliados a rever as estratégias. Pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro apontou 51% dos votos válidos para Flávio e 49% para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), configurando empate técnico dentro da margem de erro.
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Na área da segurança pública, aliados do senador tentaram incluir na PEC a redução da maioridade penal, mas a divergência em torno da proposta levou à retirada do texto da pauta do Senado. O episódio provocou um embate entre o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Enquanto a oposição defende punições mais rígidas, governistas argumentam que a PEC deve avançar sem alterações que dificultem sua aprovação.
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A campanha também pretende ampliar a mobilização de apoiadores, intensificar agendas regionais e questionar os custos de medidas anunciadas por Lula, como o passe livre no transporte público aos fins de semana e mudanças nas regras do Microempreendedor Individual (MEI). Flávio mantém conversas com representantes do setor empresarial e articulações com partidos do Centrão. A estratégia busca consolidar apoios políticos e apresentar alternativas econômicas na reta final antes da votação marcada para 25 de outubro.
