O processo contra Eduardo da Silva Noronha, acusado de sequestrar e manter em cárcere privado uma adolescente de 12 anos, terá novo capítulo em novembro no Maranhão. O caso, que movimentou repercussão em São Luís, envolve ainda acusações de sequestro e estupro — crimes graves cuja instrução já vem sendo acompanhada pela 8ª Vara Criminal Especializada em Crimes contra Criança e Adolescente.
O acusado chegou a ser preso em 2023, mas aguardava julgamento em liberdade, sem monitoramento por tornozeleira eletrônica, com restrições como proibição de deixar o país ou contato com a vítima. Durante a fase judicial, a defesa nega a prática dos atos imputados, alegando ausência de provas que sustentem relação sexual ou coerção.
A retomada do julgamento será decisiva para definir a responsabilização de Eduardo Noronha frente às denúncias que atravessam estados — já que a vítima é do Rio de Janeiro — e jogar luz sobre procedimentos criminais envolvendo adolescentes.
