O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a abertura de investigações criminais sobre magistrados e advogados envolvidos nas irregularidades apuradas no caso Banco Master. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que as suspeitas ultrapassam o Judiciário e alcançam também o sistema financeiro e órgãos de fiscalização.
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Entre os casos citados está um contrato de até R$ 427 milhões firmado pelo banco com um escritório ligado à advogada Camilla Ramos, mulher do desembargador Newton Ramos, do TRF-1. Gilmar pediu que a Corregedoria Nacional de Justiça faça uma correição extraordinária nos Tribunais Regionais Federais, com atenção especial ao TRF-1, para identificar possíveis irregularidades em outros precatórios.
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Gilmar também defendeu a atuação do Ministério Público Federal (MPF), da OAB e do Conselho da Justiça Federal (CJF). A manifestação ocorre após o CNJ determinar o cancelamento de 16 precatórios, que somavam R$ 4,7 bilhões, e pedir a devolução dos valores ao Tesouro Nacional. O ministro afirmou que o episódio exige uma resposta coordenada das instituições.
