A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) investiu R$ 3,6 milhões em anúncios e impulsionamento de publicações na Meta, empresa responsável por Facebook e Instagram, na última semana do segundo turno presidencial. Segundo levantamento publicado pelo Metrópoles com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pagamentos foram realizados em 20 de outubro, divididos em oito transferências para a empresa, sendo sete de R$ 500 mil e uma de R$ 100 mil.
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De acordo com a reportagem, os dados disponíveis no sistema DivulgaCand, do TSE, não registravam gastos da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a Meta no segundo turno até a publicação da matéria. A diferença nos investimentos ocorre em meio à discussão sobre o alcance de conteúdos políticos nas redes sociais durante a campanha eleitoral.
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O tema também envolve acusações feitas por integrantes do PT sobre possíveis diferenças na distribuição de publicações dos candidatos. A Meta negou favorecimento político e afirmou que a página de Lula no Facebook e sua conta no Instagram não foram bloqueadas, embora tenha reconhecido falhas relacionadas ao impulsionamento de conteúdos em setembro. A empresa atribuiu um dos episódios à análise de conteúdo que poderia se passar por um programa social do governo.
