Eduardo Bolsonaro busca espaço em um eventual governo do irmão, Flávio Bolsonaro (PL), e é cotado para assumir o Ministério das Relações Exteriores ou a embaixada brasileira nos Estados Unidos. Segundo a colunista Bela Megale, de O Globo, integrantes do entorno de Flávio consideram Eduardo radical e defendem que ele não ocupe um posto no governo. Aliados do ex-deputado, porém, afirmam que ele terá influência na futura administração caso o senador vença a eleição presidencial.
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Em vídeo publicado no YouTube, Eduardo negou que sua nomeação para o Itamaraty esteja definida, mas destacou sua capacidade de interlocução com autoridades estrangeiras. Ele afirmou que poderia facilitar contatos de Flávio com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de Estado, Marco Rubio. Também mencionou propostas como classificar o Comando Vermelho e o PCC como grupos narcoterroristas, transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém e aproximar o Brasil da aliança de segurança regional chamada Escudo das Américas.
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A disputa por espaço ocorre em meio a divergências dentro da campanha de Flávio. Enquanto aliados do senador tentariam limitar a influência do irmão, pessoas próximas a Eduardo afirmam que ele terá papel relevante em um eventual governo. O cenário ganhou novo componente após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o início do cumprimento da pena de quatro anos e dois meses imposta ao ex-deputado por coação no curso do processo e o cancelamento de seus passaportes. Eduardo mora nos Estados Unidos desde 2025.
Veja fala de Eduardo Bolsonaro
