O candidato à Presidência Wilson Grassi (Democrata) apresentou propostas inusitadas durante entrevista ao Metrópoles. Entre elas está a criação do programa “Meu Botox, Minha Vida”, voltado a mulheres de baixa renda que, segundo ele, tiveram a autoestima afetada por situações de sofrimento. A ideia é oferecer aplicações de toxina botulínica como uma política de saúde, com o procedimento realizado por meio da estrutura pública.
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Grassi afirmou que pretende reduzir o custo das aplicações para menos de R$ 100. O candidato argumenta que a medida poderia contribuir para a saúde emocional das beneficiárias e até ajudá-las a melhorar suas condições de vida. Segundo ele, a proposta seria viabilizada com base em sua experiência com hospitais veterinários públicos. A iniciativa integra o plano de governo “Brasil em Primeiro Lugar”, que apresenta a saúde como um dos principais eixos da candidatura.
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Outra proposta apresentada pelo candidato envolve a composição do Supremo Tribunal Federal. Grassi defende o chamado “Supremo do Povo”, com representantes de diferentes profissões ocupando vagas de ministro, como pedreiros, professores, motoristas e bancários. Pela ideia, os integrantes seriam escolhidos para mandatos determinados, de dois ou três anos, e poderiam contar com equipes de assessores jurídicos.
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