O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2015, criticou o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Em carta publicada nas redes sociais, o advogado afirmou que votar no senador significaria, na avaliação dele, “legitimar o golpe”, em referência aos atos de 8 de janeiro de 2023 e à possibilidade de anistia aos envolvidos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Siga o Canal do Nero no WhatsApp
Reale Júnior também questionou posições de Flávio sobre política externa e segurança pública. O jurista criticou a aproximação do candidato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e fez ressalvas à defesa de referências do modelo de segurança de El Salvador. Segundo Reale, essas posições poderiam representar riscos à soberania nacional e aos direitos individuais.
Inscreva-se no canal do Nero no Telegram
O advogado foi um dos responsáveis, ao lado de Hélio Bicudo e Janaína Paschoal, pela denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma, apresentado em 2015. No atual segundo turno das Eleições 2026, Reale Júnior declarou apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro será decidida em 25 de outubro.
Leia íntegra do texto de Miguel Reale Júnior:




