O presidente do TRE-DF, desembargador Angelo Passarelli, afirmou que nunca recebeu oferta de propina ou drogas ilícitas ao longo de sua trajetória profissional. A declaração ocorreu durante o julgamento de embargos relacionados ao processo que envolve o ex-governador José Roberto Arruda, na quinta-feira (17). Passarelli também disse ser um magistrado honrado e afirmou que se manteve distante de práticas ilícitas.
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Durante a sessão, o desembargador afirmou que já atuou como fiscal de tributos, promotor de Justiça e procurador do Estado. Segundo ele, chegou a ser ameaçado de morte quando era promotor, mas continuou exercendo a função. Passarelli declarou ainda que nunca lhe ofereceram dinheiro ou drogas e que considera isso motivo de orgulho em sua trajetória profissional.
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A declaração ocorreu em meio à repercussão das críticas de José Roberto Arruda sobre o julgamento que indeferiu o registro de sua candidatura ao governo do Distrito Federal. O TRE-DF rejeitou novos embargos apresentados no processo e aplicou multa de um salário mínimo ao autor da impugnação. O recurso de Arruda será encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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