Psiquiatra morre em Salvador após possível overdose de drogas
Polícia afirma não haver sinais de violência no corpo
Rodrigo Barros Cavalcanti
Redação NERO
25/11/25 8:33

A morte do médico psiquiatra Rodrigo Barros Cavalcanti, de 35 anos, encontrada em sua residência no bairro de Patamares, em Salvador, mudou de linha de investigação. Inicialmente tratada como possível homicídio, a Polícia Civil comunicou que não foram identificados sinais de violência no corpo.

Testemunhas e câmeras de segurança, segundo depoimentos, teriam registrado Rodrigo consumindo entorpecentes na companhia de outras duas pessoas. Minutos depois, ele teria passado mal, sofrido convulsão e não resistido. A necropsia deverá esclarecer se foi realmente uma overdose, e a 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico) segue com investigações para apurar as circunstâncias exatas da fatalidade.

Para muitos, Rodrigo representava mais do que um psiquiatra: era referência por seu atendimento humanizado. Formado em Recife e com atuação no CAPSi (Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil), ele era reconhecido pela empatia com os pacientes. O Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) lamentou profundamente a perda precoce e reforçou a importância de que as investigações avancem com transparência e celeridade.